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Índice de Preços ao Consumidor Santarritense (IPCS), Índice de Preços ao Consumidor Pouso-alegrense (IPCP) e Índice de Preços ao Consumidor Itajubense (IPCI) – dezembro de 2016

Com o objetivo de orientar as decisões de consumo do cidadão, a FAI - Centro de Ensino Superior em Gestão, Tecnologia e Educação, apresenta mensalmente as principais variações de preços de uma Cesta composta de 36 itens em Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre e Itajubá, divididos em quatro grupos: alimentação, limpeza doméstica, higiene pessoal e transportes. A pesquisa ocorre em dois supermercados e dois postos de combustíveis em Santa Rita do Sapucaí e em três supermercados e três postos de combustíveis em Pouso Alegre e Itajubá, bem como nas empresas de transporte urbano de cada cidade. Esse relatório apresenta uma análise comparativa da evolução dos preços da Cesta das três cidades no mês de Dezembro de 2016.

Análise do IPCS:

Período Taxa
Dezembro +0,15%
Novembro -2,48%
Dezembro de 2015 +0,91%
Acumulado nos 12 meses +7,41
Acumulado nos 12 meses do período anterior +13,11%

Em Dezembro, o Índice de Preços ao Consumidor Santarritense – IPCS apresentou uma inflação de 0,15%. O valor total da Cesta da FAI para o município alcançou o valor de R$873,31, alta de R$1,34 em relação à Cesta do mês de Novembro. Comparando-se o custo da Cesta da FAI para Santa Rita do Sapucaí com o Salário Mínimo de 2016 (R$880,00), verifica-se que a Cesta equivale a 99,24% do mesmo. A inflação acumulada pelo IPCS nos últimos 12 meses, de Dezembro de 2015 a Dezembro de 2016, alcançou +7,41%.

O grupo alimentação apresentou uma inflação média de +0,22%. Os principais produtos que apresentaram alta em seus preços foram: o tomate (+7,75%), a margarina (+6,28%), o macarrão (+5,09%), o óleo de soja (+4,56%) e o refrigerante (+2,46%). Entre os itens desse grupo que ficaram mais baratos destacam-se: a batata (-12,21%), o leite (-2,01%), o alho (-0,91%), o café (-0,69%) e o feijão (-0,15%). A carne, importante item da Cesta apresentou variação de +0,43%.

O grupo limpeza doméstica apresentou uma inflação de +0,43%. Os itens que contribuíram para esse resultado foram o sabão em pó (+0,51 %) e a água sanitária (+1,05%). O detergente e o sabão em barra não apresentaram variação de preços no mês de dezembro de 2016.

No grupo produtos de higiene foi apurada uma pequena deflação de -0,05%. O item que apresentou deflação foi o desodorante (-0,90%). O papel higiênico (+0,75%) e o absorvente (+0,55%) foram os produtos que apresentaram inflação. O xampu, o creme dental e o sabonete não apresentaram variação de preços no mês de dezembro de 2016.

O grupo transportes não sofreu alteração em Dezembro de 2016.

Os índices acumulados para os quatro grupos pesquisados pela Cesta da FAI para a cidade são: +5,28% no grupo alimentação; +15,31% no grupo limpeza doméstica; +19,79% em produtos de higiene e +2,16% nos transportes.

Análise do IPCP:

Período Taxa
Dezembro -0,23%
Novembro N/D
Dezembro de 2015 +2,59%
Acumulado nos 12 meses +4,21%
Acumulado nos 12 meses dos meses anteriores +10,77%

Em Dezembro de 2016, o Índice de Preços ao Consumidor Pouso-alegrense – IPCP apresentou uma deflação de -0,23%. O valor total da Cesta da FAI para o município de Pouso Alegre foi de R$925,83, o que corresponde a 105,21% do Salário Mínimo para o ano de 2016 (R$880,00). O valor da Cesta apresentou uma queda de R$2,12 em relação ao mês de Novembro. A inflação acumulada pelo IPCP nos últimos 12 meses, de Dezembro de 2015 até Dezembro de 2016, alcançou +4,21%.

O grupo alimentação apresentou uma queda média de preços de -0,51 %. Os alimentos que apresentaram maior elevação em seus preços foram: o tomate (+26,65%), o óleo de soja (+4,19%), a cebola (+3,04%), o refrigerante (+1,93%) e a farinha de mandioca (+0,92%). Dentre os alimentos que sofreram redução nos preços destacam-se: o feijão (-7,48%), o leite (-5,00%), o macarrão (-2,44%), a batata (-2,42%) e o café (-1,60%).

O grupo limpeza doméstica fechou o mês de Dezembro com uma inflação média de +1,29%. O sabão em pó (+2,38%) e a água sanitária (+2,36%) foram os produtos que apresentaram alta.  O detergente (-0,97%) foi o único produto da Cesta que apresentou deflação. O sabão em barra não apresentou variação no mês de dezembro de 2016.

O grupo produtos de higiene apresentou uma inflação de +0,36% no mês de Dezembro de 2016. Os itens que apresentaram aumentos de preços foram o absorvente (+0,36%), o creme dental (+2,69%), e o desodorante (+1,09%). Já o Xampu teve uma queda de -2,10%. O sabonete e o papel higiênico não apresentaram variação.

No mês de Dezembro, o grupo transportes não variação.

A inflação acumulada em um ano, entre Dezembro de 2015 a Dezembro de 2016, em cada grupo da Cesta da FAI para Pouso Alegre apresenta os seguintes resultados: alimentação (+3,30%), limpeza doméstica (+6,70%); produtos de higiene (+17,64%) e transporte (+0,89%).

Análise do IPCI:

Período Taxa
Dezembro +0,36%
Novembro -3,94%
Dezembro de 2015 +1,25%
Acumulado nos 12 meses +6,66%
Acumulado nos 12 meses no período anterior +9,76%

O Índice de Preços ao Consumidor Itajubense – IPCI apresentou no mês de Dezembro de 2016 uma inflação de +0,36%. O valor total da Cesta da FAI para o município foi de R$ 959,05, alta de R$3,47 em relação à cesta de Novembro de 2016. Comparando-se o custo da Cesta de Itajubá com o Salário Mínimo de 2016 (R$880,00), verifica-se que a mesma equivale a 108,98% deste. O índice acumulado no período de um ano, entre Dezembro de 2015 a Dezembro de 2016, para a cidade de Itajubá foi de +6,66 %.

Em Itajubá, o grupo alimentação apresentou um aumento médio de preços de +1,02%. Entre os alimentos que apresentaram preços em alta, destacam-se: o tomate (+11,84%), o óleo de soja (+9,46%), a cebola (+3,35%), o refrigerante (+2,52%) e a carne (+2,20%). Os principais produtos que apresentaram queda em seus preços foram: o feijão (-3,20%), a batata (-5,32%), o café (-2,26%) e os ovos (-0,80%).

O grupo limpeza doméstica apresentou deflação de -0,23%. Os itens desse grupo que apresentaram aumento de preços foram: o sabão em barra (+0,42%) e o sabão em pó (+0,57).  O detergente (-2,11%) e a água sanitária (-0,89%) apresentaram deflação em dezembro.  

O grupo produtos de higiene apresentou deflação de -2,04%. O creme dental (-1,41%), o desodorante (-2,06%), o sabonete (-2,35%) e o xampu (-5,76%) foram os itens que apresentaram deflação. O papel higiênico e o absorvente mantiveram seu preço estável no mês de dezembro de 2016.

O grupo transportes, que contempla a gasolina, o etanol e o vale transporte, não apresentou variação de preços na cidade de Itajubá no mês de Dezembro de 2016.

A inflação acumulada em cada grupo da Cesta da FAI para Itajubá, no período entre Dezembro de 2015 a Dezembro de 2016, foi a seguinte: +3,31% para o grupo alimentação, +7,42% para o grupo limpeza doméstica, +16,89% para o grupo produtos de higiene e +10,66% para o grupo transportes.

Comparação com o IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA do mês de dezembro apresentou variação de 0,30% e superou os 0,18% de novembro em 0,12 ponto percentual (p.p.). Mesmo assim, constitui-se no mais baixo IPCA para um mês de dezembro desde 2008, quando ficou em 0,28%. Em 2015, por outro lado, o IPCA atingiu 0,96%, taxa que, para um mês de dezembro, foi inferior somente aos 2,10% de dezembro de 2002.

Comparando os dados do IPCA com a pesquisa da Cesta da FAI, observa-se que o índice de inflação em Santa Rita do Sapucaí (+0,15%) e Pouso Alegre (-0,23%) são inferiores ao IPCA (+0,30%). Porém Itajubá (+0,36%) apresenta um índice de inflação superior ao indíce nacional. Com relação ao índice acumulado Santa Rita do Sapucaí (+7,41%) e Itajubá (+6,66%) apresentam  inflação acumulada maior do que a inflação nacional e Pouso Alegre (+4,21%) apresenta um índice inferior ao acumulado do IPCA (+6,28%).

Comparação com a Cesta do DIEESE

Em 2016, o valor acumulado da cesta básica aumentou nas 27 capitais do país, onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realizou mensalmente, durante todo o ano, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As maiores altas foram registradas em Rio Branco (23,63%), Maceió (20,69%) e Belém (16,70%). As menores variações ocorreram em Recife (4,23%), Curitiba (4,61%), São Paulo (4,96%) e Campo Grande (5,04%).

Entre novembro e dezembro, o valor da cesta diminuiu em 25 cidades. As quedas mais expressivas foram registradas em Aracaju (-5,11%), Campo Grande (-4,16%) e São Luís (-4,13%). As altas foram anotadas em Manaus (0,22%) e Rio Branco (0,97%). O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 459,02), seguido de Florianópolis (R$ 453,80), Rio de Janeiro (443,75) e São Paulo (R$ 438,89). Os menores valores médios foram observados em Recife (R$ 347,96), Aracaju (R$ 349,68) e Natal (R$ 351,96).

Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2016, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.856,23, ou 4,38 vezes o mínimo de R$ 880,00. Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 3.940,41, ou 4,48 vezes o piso vigente.

Em dezembro de 2016, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 98 horas e 59 minutos. Em novembro, a jornada necessária foi calculada em 100 horas e 56 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro, 48,90% do salário para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandavam 49,87%.

Comportamento anual dos preços e produtos da cesta

O DIEESE verificou que o preço do leite integral aumentou em todas as capitais em 2016. O mesmo ocorreu em Santa Rita do Sapucaí (+11,42%), Itajubá (+3,25%) e Pouso Alegre (+9,32%). A entressafra do leite acontece no segundo trimestre, porém, em 2016, o preço permaneceu em alta na maior parte dos meses, devido aos aumentos nos custos de produção e à oferta reduzida do leite. Além disso, as indústrias de laticínios disputaram o pouco leite disponível e, como consequência, houve elevação do preço do produto e derivados.

Segundo o DIEESE, O feijão também registrou alta em todas as cidades durante o ano de 2016. O mesmo ocorreu em Santa Rita do Sapucaí (+10,74%) e Itajubá (+12,16%). Pouso Alegre (-7,61%) por sua vez apresentou deflação. O feijão teve a área plantada reduzida em 2016, pois perdeu espaço para culturas como a soja e o milho. O clima instável ao longo do ano, devido a chuvas intensas ou calor excessivo, fez com que houvesse redução da produtividade do grão. Além disso, a importação do grão carioca não foi suficiente para abastecer a demanda. Com isso, os preços dos dois grãos se elevaram.

O preço do arroz acumulou alta em todas as cidades em 2016 e em todas as cidades pesquisadas pela FAI: Pouso Alegre (+19,05%), Santa Rita do Sapucaí (+25,54%) e Itajubá (+14,50%). Houve diminuição da produção da safra de arroz devido aos altos custos e à redução da área plantada. Parte da demanda interna foi abastecida pela importação do Mercosul. Ao longo dos meses em 2016, produtores retiveram parte do arroz para conseguir melhores preços.

O café em pó ficou mais caro em todas as localidades pesquisadas em 12 meses.  O mesmo comportamento pode ser observado em Santa Rita do Sapucaí (+26,21%), Itajubá (+31,85%) e Pouso Alegre (+18,53%). Clima seco, valorização do dólar diante do real e redução da oferta elevaram o preço do produto, principalmente a partir da metade de 2016.

O DIEESE constatou que o preço do açúcar subiu, em 12 meses, nas 26 cidades pesquisadas. O mesmo comportamento pode ser observado nas cidades de Itajubá (+28,92%), Santa Rita do Sapucaí (+42,00%) e Pouso Alegre (+28,02%).  A demanda externa aquecida impulsionou a exportação em quase todos os meses do ano e elevou o preço interno.

O valor do óleo de soja acumulou alta em 26 cidades. O mesmo ocorreu em Itajubá (+9,16%) e Santa Rita do Sapucaí (+6,50%). Pouso Alegre (-0,16%), por sua vez, apresentou deflação. Houve valorização da cotação da soja nos últimos meses, em virtude do clima pouco propício e da demanda externa. Além disso, o óleo de soja apresentou demanda intensa em quase todos os meses do ano, principalmente por ser usado na produção de biocombustíveis.

Em 2016, o tomate acumulou queda em todas as cidades. O mesmo comportamento se repetiu em Itajubá (-16,00%), Santa Rita do Sapucaí (-8,05%) e Pouso Alegre (-14,43%). O preço do produto oscilou bastante ao longo de 2016, principalmente pela instabilidade do clima. A diminuição acumulada no preço do fruto em quase todas as localidades se deu pelo calor, que ajudou a maturá-lo e fez com que houvesse maior oferta no varejo.

Em 2016, a batata, pesquisada na região Centro-Sul, teve o preço reduzido em 10 localidades. Nas cidades pesquisadas pela FAI o recuo foi de -36,26% para Itajubá, -29,30% para Pouso Alegre e -47,03% para Santa Rita do Sapucaí. Mesmo com meses de alta no valor da batata, por falta de oferta, houve normalização e o preço do produto, em média, diminuiu muito. Nos últimos meses, a safra das águas apresentou boa produtividade e o preço caiu no varejo.

Comportamento mensal dos preços e produtos da cesta

Entre novembro e dezembro de 2016, leite integral e feijão tiveram redução de preço em todas as localidades, por ser período de safra e o abastecimento estar normalizado. O tomate também teve redução de valor em 21 capitais e a batata, pesquisada apenas nas capitais do Centro-Sul, apresentou queda de preço em 10 municípios. Os dois produtos seguem com excesso de oferta. O primeiro devido ao calor que amadurece antes o fruto e o segundo, pela boa produtividade do tubérculo na safra das águas. Já o óleo de soja e o café em pó tiveram aumentos médios de valor na maioria das cidades em que são pesquisados. O preço do leite apresentou deflação de -5,00% para Pouso Alegre e -2,11% para Santa Rita do Sapucaí. Itajubá por sua vez manteve o preço estável. O preço do feijão foi reduzido em -3,20% em Itajubá, -0,15% em Santa Rita do Sapucaí e -7,48% para Pouso Alegre. O preço da batata sofreu redução de -12,21% em Santa Rita do Sapucaí, -2,42% em Pouso Alegre e -5,32% em Itajubá. O tomate por sua vez apresentou alta em Santa Rita do Sapucaí (+7,75%), Pouso Alegre (+26,65%) e Itajubá (+11,84%). Da mesma maneira o óleo de soja teve alta de +4,56% em Santa Rita do Sapucaí; +4,19% em Pouso Alegre e +9,46% em Itajubá.

A tabela a seguir apresenta uma síntese da pesquisa da FAI e das comparações feitas nesse relatório:

  ITAJUBÁ POUSO ALEGRE SANTA RITA DO SAPUCAÍ
PREÇO DA CESTA DA FAI R$ 959,05 R$ 925,83 R$ 873,31
PERCENTUAL CORRESPONDENTE AO SALÁRIO MÍNIMO 108,98% 105,21% 99,24%
VARIAÇÃO DO MÊS 12/2016 +0,36% -0,23%                  +0,15%                      
VARIAÇÂO ANUAL 2016 +6,66% +4,21% +7,41%
ITENS COM MAIOR INFLAÇÃO

Tomate  (+11,84%)

Óleo de Soja (+9,46%)

Tomate (+26,05%)

Óleo de Soja (+4,19%)

Tomate  (+7,75%)

Margarina (+6,28%)

ITENS COM MAIOR INFLAÇÃO ANUAL

Creme Dental (+33,99%)

Café (+31,95%)

Creme Dental (+42,70%)

Agua Sanitária (+36,86%)

Agua Sanitária (+41,41%)

Farinha de Mandioca (+39,66%)

ITENS COM MAIOR DEFLAÇÃO

Xampu (-5,76%)

Batata (-5,32%)

Feijão (-7,48%)

Leite (-5,00%)

Batata (-12,21%)

Leite (-2,01%)

ITENS COM MAIOR DEFLAÇÃO ANUAL

Cebola (-52,06%)

Batata (-36,26%)

Cebola (-44,96%)

Batata (-29,30%)

Cebola (-51,64%)

Batata (-47,03%)

IPCA +0,30%

 

 
IPCA ACUMULADO +6,28%  

DIEESE

VARIAÇÃO DA CESTA DE SP, BH e RJ

SP (-2,55%)

BH (-1,56%)

RJ (-1,11%)

 

DIEESE

VARIAÇÃO ANUAL DA CESTA DE SP, BH e RJ

SP (+4,96%)

BH (+6,52%)

RJ (+11,52%)

   
         

GPE - Grupo de Pesquisas Econômicas da FAI: Hassan Salgado Mohallem, aluno do 4º ano Administração e Prof. Vinícius Montgomery de Miranda

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